NOVO MAPA DE RISCO PARA COVID INDICA 96% DA POPULAÇÃO DO ESTADO EM BANDEIRA AMARELA

NOVO MAPA DE RISCO PARA COVID INDICA 96% DA POPULAÇÃO DO ESTADO EM BANDEIRA AMARELA

Publicado originalmente em 04/09/2020 no Instagram do FalaRio2. Este registro preserva as informações disponíveis naquela data.

NOVO MAPA DE RISCO PARA COVID INDICA 96% DA POPULAÇÃO DO ESTADO EM BANDEIRA AMARELA
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A Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 divulga, nesta quinta-feira (03/09), a quinta atualização da nota técnica e painel de indicadores sobre a pandemia de coronavírus no Rio de Janeiro. O estudo revela que, entre as nove regiões nas quais o estado é dividido, sete estão classificadas como bandeira amarela, indicativo de risco baixo para a doença. São elas: Metropolitanas I e II, Médio-Paraíba, Centro-Sul, Baixada Litorânea, Norte e Serrana. Juntas elas abrangem cerca de 96% da população fluminense.
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No último Mapa de Risco, publicado em 19 de agosto, apenas 92% da população viviam em regiões classificadas como tendo baixo risco. A mudança se deu com a evolução das regiões Médio Paraíba e Centro-Sul para a bandeira amarela, de baixo risco. Antes as duas regiões estavam classificadas como risco moderado, mas apresentaram uma diminuição significativa em óbitos e, no caso da região Médio Paraíba, casos.
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Em contrapartida, as regiões Noroeste e Baía da Ilha Grande voltaram a apresentar risco moderado. No entanto, as duas regiões juntas representam menos de 4% da população do estado.
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O estado do Rio de Janeiro como um todo está classificado na bandeira amarela, de risco baixo. A razão para isso pode ser observada em indicadores como a taxa de ocupação de leitos e na variação do número de óbitos, que apresentou uma queda de 10,99%, em relação à última semana de julho.
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Danilo Klein, chefe de gabinete da Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, ressaltou que o estado tem apresentado queda no número de casos, óbitos e internações desde o pico da pandemia, registrado nas duas primeiras semanas de maio.
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Ele ressaltou, no entanto, a importância de manter as medidas sanitárias adequadas.
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"É importante frisar que o estado tem várias regiões de saúde", explicou Klein. "Tem hora que uma região está sofrendo e, em outras, não. Isso acaba afetando o estado como um todo, sendo para uma bandeira mais restritiva ou para uma mais flexível.
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A gente acredita que o estado possa se manter nessa bandeira amarela ainda por um período. Então, as medidas sanitá

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